quinta-feira, 21 de maio de 2015

CANTO DE SEXTA (TEATRO ALBERTO MARTINS) APOIO SINDICATO DOS METALÚRGICO DE CAMAÇARI FILIADO À CTB


terça-feira, 19 de maio de 2015

VÍDEO DA ASSEMBLEIA QUE APROVOU A PRIMEIRA PARCELA DA PLR 2015.


VÍDEO DA ASSEMBLEIA QUE APROVOU  A PRIMEIRA PARCELA DA PLR.
TRABALHADOR SOZINHO É APENAS UM, UNIDOS SOMOS CTB CHAPA 1! (VAMOS LUTAR PELOS NOSSOS DIREITOS, UMA PLR JUSTA)!

FONTE: CTB CHAPA 1 
19/05/2015

AGUARDE CAMPEONATO DE FUTEBOL SOCIETY DOS METALÚRGICOS NO METALCLUBE


CTB convoca ato nacional no dia 29 de maio contra o PL da terceirização


As centrais sindicais CTB, CUT, CSB, CSP-Conlutas, Intersindical, Nova Central e UGT já estão mobilizadas para o próximo dia 29, quando realizam o Dia Nacional de Paralisação e Mobilizações em defesa da democracia e dos direitos trabalhistas, rumo à greve geral. A atividade que será realizada de maneira descentralizada, deve incluir todas as categorias, inclusive nos transportes, em todo o país, contra o projeto de lei da terceirização. 
O secretário-geral da CTB, Wagner Gomes, afirmou: “Foi uma reunião de grande representatividade em que as centrais reafirmaram a importância da unidade de ação na defesa dos direitos trabalhistas. “Em São Paulo, por exemplo, a proposta é que os metroviários façam uma paralisação de uma hora, assim como os motoristas de ônibus, mas as respectivas categorias ainda vão se reunir em assembleia para definir o modo como vão participar”, disse o sindicalista.
Gomes também ressaltou que diversas categorias estão programando manifestações em diversos pontos da cidade e que a CTB fará um ato na ponte das Bandeiras. “Haverá mobilizações aqui e também nos demais estados”, completou Wagner.
Nesta terça-feira (19), os assessores jurídicos das entidades vão se reunir no Dieese para uma análise técnica do PLC 30, o projeto de lei sobre terceirização, que passou na Câmara (sob o número 4330) e agora tramita no Senado. O diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, que participou da reunião com as centrais, disse que o projeto requer uma "análise jurídica cuidadosa" para subsidiar as centrais durante as discussões no Senado.
“Vamos ter de ver esse texto final, palavra por palavra, vírgula por vírgula”, disse Clemente aos representantes das centrais. Segundo ele, o projeto inclui alguns avanços na questão da regulamentação dos terceirizados, mas por outro amplia a possibilidade de terceirização, "que é uma coisa nefasta", afirmou o economista. "O texto não coloca limite, permite que qualquer área da empresa possa ser terceirizada", destacou Clemente.
Wagner destacou que, diferentemente da tramitação feita na Câmara, que classificou como um “trator” contra os trabalhadores, o projeto será debatido em cinco comissões no Senado. “As centrais sindicais vão participar dos debates e precisam estar preparadas, com argumentos bem fundamentados, para disputar o voto dos parlamentares mostrando que a terceirização é um desastre para os trabalhadores”, afirmou Wagner.
A próxima reunião das centrais está agendada para sexta-feira (22), na sede da CUT, com a presença de representantes de movimentos sociais.
Portal CTB com agências

Seminário debate a terceirização na quinta-feira


Os trabalhadores da Bahia terão mais uma oportunidade de se manifestar contra Projeto de Lei 4.330, que permite a terceirização de forma irrestrita. Na próxima quinta-feira (21/5), a Secretaria Estadual do trabalho Emprego e Renda (Setre) promove um seminário para discutir as consequências e os impactos da terceirização nos moldes do PL  aprovado pela Câmara Federal.  O evento acontece, no Hotel Fiesta em Salvador, a partir das 8h30.
O seminário contará com a presença de gestores públicos,  lideranças sindicais e representantes de entidades ligadas ao mundo do trabalho como o Dieese e a Superintendência Regional  do Trabalho.
A CTB Bahia vai participar do seminário, levando suas contribuições para o debate sobre um dos temas mais importantes para os trabalhadores brasileiros nos últimos tempos. A Central vai aproveitar também a oportunidade para fomentar a mobilização das entidades sindicais para a grande paralisação nacional, que acontece no próximo dia 29 de maio.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

GM afasta mais 900 trabalhadores da fábrica de São Caetano (SP)

A General Motors do Brasil continua com sua política de demissões. Somente na sexta-feira (8) dispensou 100 trabalhadores na fábrica de São Caetano, no ABC paulista. Já são mais de 500 demissões somente neste ano. A sanha da multinacional norte-americana não acaba. Nesta terça-feira (14), a direção da GM surpreendeu a todos e colocou mais 900 funcionários em lay-off (suspensão temporária do contrato de trabalho).
Em assembleia, os operários decidiram paralisar as atividades por 4 horas, duas em cada turno, assim que souberam das demissões. “Somente nos últimos 2 anos já são mais de 2.500 demitidos”, diz Denis Caporal, dirigente da Fitmetal (Federação Interestadual dos Metalúrgicos filiado a CTB) e integrante da Oposição Sindical Metalúrgica de São Caetano. De acordo com Caporal, a empresa está aproveitando a situação de crise para fazer uma reestruturação salarial demitindo os que ganham mais para contratar trabalhadores com salários menores e “eles querem jogar o seu prejuízo para cima de nós”, reclama.
Outra reclamação dos trabalhadores refere-se à ausência do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano FILIADO A FARSA SINDICAL OU FORÇA DO PATRÃO, Aparecido Inácio da Silva (Cidão) no dia da demissão dos trabalhadores. “O Cidão estava em Detroit (Estados Unidos) juntamente com os patrões no mesmo dia em que a GM botava na rua pais de família”, lamenta.
Segundo Caporal a GM tem cerca de 8 mil funcionários na sede da fábrica em São Caetano, desses 1.719 estão em lay-off, sendo que 819 têm retorno previsto para o dia 9 de junho. “Ninguém sabe o que pode acontecer se a categoria não der uma resposta compatível com a atitude da direção da multinacional”, sinaliza. “Não podemos esperar atuação adequada dessa direção do sindicato filiado a Força sindical que fraudou a eleição para se perpetuar no poder da entidade em conluio com os patrões”, reforça.
Por Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB
18/05/2015

terça-feira, 12 de maio de 2015

Complexo Ford: Valor total da PLR ainda não está fechada, confirmada a 1° parcela.

Assembleia no 1° turno aprovação da primeira parcela da PLR
As discussões sobre a PLR continuam em ritmo intenso no Complexo Ford. Por enquanto, ainda não foi definido o valor total do benefício. Mas, uma importante vitória já foi conquistada: O pagamento da primeira parcela, previsto para ser pago até o dia  20, com valor superior ao que a montadora queria pagar.

A Ford tem mantido a resistência e quer congelar o valor da PLR. O Sindicato CTB não aceita isso e, para não prejudicar o trabalhador, já que não foi fechado ainda o valor total, fechou acordo sobre a primeira parcela, ficando o restante para ser discutido na sequência das negociações. Em relação à primeira parcela, a Ford queria pagar R$ 6.671,00, mas o Sindicato conseguiu avançar a proposta e fechar em R$ 7.228,00, valor 8,35% maior do que a primeira parcela paga no ano passado com reajuste pelo INPC DE DEZEMBRO + 2% de aumento real.

Apesar desse avanço, o Complexo Ford tem mantido uma postura intransigente na mesa de negociação. A proposta da montadora é congelar a PLR 2015/2016, congelamento do salario em 2015 e para 2016 somente o INPC + 0,5% de reajuste salarial, o ticket alimentação congelado em 2015 e reajustado em 2016 pelo INPC + 0,5%, além de retirar o abono dos trabalhadores. Para isso, quer pagar R$ 3.000,00. Um absurdo. A empresa quer comprar os direitos dos trabalhadores por uma migalha.
Assembleia no 2° turno aprovação da primeira parcela da PLR
O Sindicato rejeitou essa proposta, pois não beneficiam em nada os funcionários. Com muita firmeza, os dirigentes sindicais têm colocado na mesa de negociação que os trabalhadores não aceitam a redução dos seus direitos. Por isso, o Sindicato deixou clara a reivindicação: para este ano, a entidade defende o pagamento do abono com aumento real, e reajuste real para PLR, data-base e tíquete alimentação. Para 2016, o Sindicato também quer pagamento do abono e reajuste do INPC com aumento real para PLR, data-base e tíquete alimentação.
O Sindicato ainda rejeitou qualquer mudança na escala de trabalho e defendeu a manutenção da jornada de segunda a sexta-feira, com folga aos sábados e domingos.
Assembleia no 3° turno aprovação da primeira parcela da PLR
A entidade ainda chama atenção para que os trabalhadores tomem cuidado com boatos e falsas informações que circulam no chão de fábrica sobre as negociações. Por isso, qualquer dúvida procure um diretor de base ou acompanhem as notícias nos canais de comunicação do Sindicato, como o jornal da categoria e o blog do Sindicato.

“Não vamos aceitar acordos nos moldes que as montadoras estão implantando em São Paulo, baseados na retirada de direitos, congelamento salarial, congelamento de PLR, retirada de ABONO. Vamos até as últimas consequências para garantir avanços para os trabalhadores, os principais responsáveis pelo lucro do Complexo Ford”, destaca Júlio Bonfim, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari filiado a CTB.

12/05/2015
Stim Fetim CTB

terça-feira, 5 de maio de 2015

(((PLR))) Trabalhadores da Benteler e da Ford paralisam a Montagem


Os trabalhadores da Benteler e da Ford paralisaram as atividades nesta terça-feira (5), das 9h às 11h30. Eles participaram da assembleia convocada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, que teve como objetivo intensificar a mobilização no chão de fábrica contra o banco de horas na Benteler e a intransigência da Ford na mesa de negociação.

Até agora, a montadora não apresentou uma contraproposta, para a pauta de reivindicação dos trabalhadores: PLR, abono de data base e renovação da jornada de trabalho de 40 horas semanais. “Não vamos aceitar os critérios propostos nos acordos de São Paulo, que representam perdas significativas para os funcionários. Nosso papel é garantir avanços e não retrocesso”, explica Júlio Bonfim, presidente do Sindicato.

Se o Complexo Ford não avançar nas negociações, a mobilização deve crescer ainda mais, com paralisações pontuais, como resposta da força dos trabalhadores à falta de sensibilidade e vontade da empresa em negociar de forma séria.

A paralisação de hoje também chamou atenção para uma irregularidade na Benteler. A empresa tem utilizado banco de horas, prática proibida pela Convenção Coletiva de Trabalho e ainda obrigado os operadores a pintar o chão da fábrica. Sindicato está vigilante e vai levar essa grave denúncia aos órgãos competentes.
“Os trabalhadores devem se manter mobilizados. Só com união vamos vencer a intransigência e conseguir conquistas importantes, como tem acontecido nos últimos anos aqui em Camaçari”, diz Júlio Bonfim.

TRABALHADOR SOZINHO É APENAS UM, UNIDOS SOMOS CTB CHAPA 1! (VAMOS LUTAR PELOS NOSSOS DIREITOS, UMA PLR JUSTA)!

Fonte: Stim CTB Chapa 1
05/05/2015

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