sábado, 18 de abril de 2015

MetalClube funcionará no feriado ponte!

No feriado de Tiradentes  20 e 21 o clube estará em funcionamento normalmente.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

OS BURACOS DA FORD E DE ADEMAR PODEM MATAR TRABALHADORES


Apesar dos inúmeros acidentes, o problema continua sem solução. Os imensos buracos que tomam conta da avenida Henry Ford, que dá acesso ao Complexo Ford, em Camaçari, estão tirando a paciência dos motoristas e trabalhadores.

Constantemente são registrados acidentes no local, colocando em risco a vida, principalmente, dos trabalhadores da montadora, que passam ali diariamente. Só para se ter um a ideia do perigo, mais de dez carros já chegaram a ter os pneus rasgados em um curto espaço de tempo.
E sem manutenção, cada vez mais os buracos se multiplicam e se transformam em imensas crateras, com grande extensão e profundidade. O Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari cobra uma solução há muito tempo, mas até agora o Complexo Ford e a prefeitura de Camaçari não se mobilizaram para viabilizar o conserto da pista, que ironicamente leva o nome do fundador de uma das maiores empresas de fabricação de carros do mundo. O sindicato dos Metalúrgicos filiado a CTB chapa 1 estará mobilizando os trabalhadores contra esse descaso da Ford e da prefeitura de Camaçari.

Fonte: Stim CTB
17/04/2015

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Metalúrgicos junto com a CTB participam dos protestos contra a terceirização

Desde as primeiras horas desta quarta-feira (15), trabalhadores de diversas categorias promovem diversas ações, em Salvador e Região Metropolitana, dentro da paralisação nacional contra o projeto de lei da terceirização.  
Em Camaçari, os metalúrgicos fizeram protestos em vários pontos da cidade: Via Parafuso; Viaduto dos Trabalhadores; Rotatória do Polo Petroquímico e Rotatória Mangueira.
Com faixas, cartazes e carros de som, os trabalhadores chamaram a atenção para os prejuízos do projeto de lei 4330, que permite a terceirização de toda e qualquer atividade no país. O PL foi aprovado na Câmara dos Deputados e se virar lei vai ampliar ainda mais a precarização das relações de trabalho no Brasil.

O Complexo Ford também teve as atividades paralisadas na manhã desta quarta. Segundo presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, Júlio Bonfim, o momento é de mobilização total para evitar esse retrocesso. “Não podemos permitir esse absurdo. Uma coisa é regulamentar a terceirização, que já existe. Outra completamente diferente é permitir que as empresas terceirizem qualquer atividade. Isso é perda de direitos para quem sempre trabalhou protegido pela CLT”, explica Júlio Bonfim.

As manifestações que aconteceram hoje foram convocadas pelos movimentos sociais e a as centrais sindicais. A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) condena a aprovação do projeto e diz que se preciso a classe trabalhadora vai apelar para a presidente Dilma Rousseff. “Se esse retrocesso foi mantido no Congresso Nacional, nós vamos pressionar e ajudar a presidente a vetar o projeto. A terceirização só interessa aos empresários. Aos trabalhadores só trará prejuízos. O PL 4330 rasga a CLT”, diz Aurino Pedreira, presidente da CTB-BA.


Data:15/04/2015

terça-feira, 14 de abril de 2015

Terceirização transforma trabalhadores em mercadoria, diz procurador-chefe do Trabalho


O Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA) se posicionou contra o projeto de lei que amplia as possibilidades de terceirização nas relações de trabalho, cujos destaques estão previstos para votação nesta terça-feira (14). O procurador-chefe do MPT, Alberto Balazeiro, ao Bahia Notícias, afirmou que a posição contrária da instituição é diante da precarização do trabalho que pode acontecer, caso a medida seja aprovada. 

Balazeiro diz que, desde que o texto foi proposto, há 11 anos, a instituição, em nível nacional, se colocou contra PL 4330/2004. “A forma como ele está provoca prejuízo a classe dos trabalhadores, pois estimula a realização de contratos sem lastros, em qualquer área, distanciando o empregado do real empregador, quebrando o princípio da melhoria dos serviços”, explica o procurador.

Balazeiro indica que o “pior ponto do projeto é a instituição do trabalhador como mercadoria” e que isso não é bom nem para o empregador, por trazer uma insegurança jurídica. “O texto como proposto traz um paradoxo. Ao mesmo tempo em que ele permite a tercerização de atividades fim, ele diz que isso é vedado. E isso traz mais insegurança jurídica para o empregador”, pontua. “É curioso, porque ao mesmo tempo em que diz que se pode terceirizar tudo, diz que não pode. 

É contraditório”. Alberto Balazeiro afirma que pesquisas já constataram que o trabalhador terceirizado tem cinco vezes mais chances de ser vítima de acidente de trabalho, inclusive com morte. O procurador ainda indica que o número de processos na Justiça do Trabalho pode aumentar a partir da PL 4330. “As empresas terceirizadas já são alvos de reclamações na Justiça do Trabalho de terceirizações lícitas. 

Com certeza, haverá um verdadeiro incremento no número de ações trabalhistas”. Outro aspecto abordado pelo procurador-chefe é que muitas empresas terceirizadas quebram antes dos seis meses de funcionamento e que a medida vai afetar os concursos públicos. “O projeto permite a extinção de cargos públicos para contratação de terceirizados, e assim, vai diminuir o papel do Estado em áreas essenciais”, sinaliza. Balazeiro elenca ainda que a medida vai reduzir a circulação de dinheiro na economia local, pois haverá redução dos postos de trabalho efetivo, e que a rotatividade de mão-de-obra nas empresas vai aumentar.

“Quando se chega ao pleno emprego, a economia é alavancada, principalmente quando se há mais demanda por emprego, do que busca. Nos anos 70 e 80, o que víamos era o contrário, com empregos de baixa qualidade, com renda mínima, com pouca circulação de emprego. E nós observamos que isso avançou nos últimos anos, com movimento da economia”, diz. 

O procurador ainda explana que a medida pode afetar o desenvolvimento econômico em longo prazo, pois o desenvolvimento do país perpassa pelo incentivo a pesquisa e desenvolvimento da ciência, e que o investimento em tecnologia poderá ser afetado com a terceirização dos postos de trabalho, já que o tempo médio de um contrato de terceirização gira em torno de um ano.

Outra avaliação é que o projeto amplia demais as possibilidades de terceirização, com possibilidade de terceirização de pessoa física, algo que “nunca foi visto”, segundo ele, além de permitir o fenômeno chamado de “pejotização”, em que funcionários são estimulados a abrir um CNPJ para trabalharem. O órgão já tem conversado com parlamentares baianos para que votem contra a medida. Inclusive, já há uma sinalização de rejeição do projeto por parte dos três senadores baianos. 

A Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) está recolhendo assinaturas em um abaixo assinado contra a proposta. O MPT já realizou audiências públicas para discutir o texto, inclusive com a presença do relator da PL, deputado federal Arthur Maia (SD-BA), magistrados trabalhistas e procuradores do Trabalho.

Fonte: Bahia Notícias

Movimentos sociais convocam protesto nacional dia 15 contra a terceirização


Uma grande manifestação nacional contra a terceirização está marcada para esta quarta-feira (15), com participação em massa de trabalhadores de diversas categorias. Entidades do movimento social, como a CTB, engrossam o coro contra o projeto de lei aprovado no último dia 9, na Câmara Federal.

O Projeto de Lei 4330 escancara a terceirização ao permitir que as empresas terceirizem a sua atividade fim, principal, e não apenas as chamadas “meio”, como serviços de limpeza e segurança. Assim, qualquer atividade poderia ser terceirizada. Na prática, o projeto representa o fim dos direitos garantidos na CLT e mais lucros para os grandes grupos econômicos.


Importante destacar que a bancada dos empresários é formada por deputados direitistas, sem nenhum compromisso com os trabalhadores. A aprovação do projeto 4330 é um ataque ao povo brasileiro e um prato cheio para as empresas precarizem ainda mais as relações de trabalho.

O projeto afeta ainda a contribuição ao FGTS, à Previdência Social e o SUS, já que os terceirizados são as maiores vítimas das doenças ocupacionais e de óbitos no ambiente de trabalho.


Mas, os trabalhadores não podem aceitar isso e dia 15 vão tomar novamente as ruas para dizer não à terceirização. A Classe Trabalhadora precisa agir com protagonismo para enfrentar um Congresso Nacional conservador, que tem no presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros, o que há de mais atrasado na política, responsáveis pela agenda desastrosa que apresentou pautas como o PL da terceirização e a redução da maioridade penal.

Por isso, o apoio das ruas também é fundamental para pressionar pelo veto presidencial.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

CONVOCAÇÃO DO DEPARTAMENTO JURÍDICO DO STIM CHAPA 1 CTB, PARA B-91

O STIM-CAMAÇARI FILIADO A CTB CHAPA 1, através do seu departamento jurídico, convoca nesta oportunidade, todos os metalúrgicos que gozaram nos últimos 20 anos do benefício acidentário (B91) para que compareçam na Sede do Sindicato para reaver direitos não pagos pelos seus empregadores.

O Sindicato realizará um mutirão de atendimentos no dia 14/04/2015 ás 09:00hrs e no dia 15/04/2015 ás 16hrs, onde o corpo jurídico do Sindicato realizará uma exposição sobre o assunto com posterior coleta de documentação.
Aos interessados, será necessário levar os seguintes documentos em cópia: RG,CPF, Comprovante de residência, cartas de concessão do benefício B91 pelo INSS e extrato analítico do FGTS. A ausência de algum destes documentos não impede o comparecimento.

Fonte:Jurídico Stim
13/04/2015

sábado, 11 de abril de 2015

Gerente da Benteler tenta rasgar bandeira da CTB

Uma cena lamentável aconteceu nesta sexta-feira (10), no Complexo Ford. Um gerente da Benteler tentou rasgar uma bandeira da CTB, que estava pendurada em um dos armários dos trabalhadores. Um absurdo. Mas, ele foi impedido por um diretor sindical.
A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) é a central sindical à qual o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari é filiado.

Esse ataque é mais uma prova da arrogância e despreparo por parte de representantes da empresa, que não sabem respeitar o direito legítimo do trabalhador, de mobilização e organização. O Sindicato reforça que atitudes como essa não intimidam  o movimento. Ao contrário, só ajudam a fortalecer ainda mais a luta no chão de fábrica.

Data:11/04/2015

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Trabalhadores paralisam as atividades no Complexo Ford


Revoltados com a falta de respeito do Complexo Ford, que continua enrolando para sentar na mesa de negociação, os trabalhadores da montadora paralisaram as atividades por uma hora na linha da Benteler Pony pack, na tarde desta quinta-feira (9), no prédio da Montagem.
Desde o começo do mês, o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari aguarda uma resposta do Complexo Ford sobre a pauta de reivindicação. Mas, até agora, a montadora ainda não confirmou uma data de negociação.

Na pauta, temas de grande importância para o chão de fábrica: PLR, abono e a renovação da jornada de trabalho de 40 horas semanais, entre outros pontos.
Os dirigentes sindicais tentam contato diariamente com os representantes da empresa, mas não há resposta satisfatória, um exemplo claro de falta de compromisso da Ford com os trabalhadores.

O Sindicato reforça a luta dos metalúrgicos e vai continuar intensificando a mobilização para forçar a Ford a negociar. Novas paralisações estão sendo organizadas caso a empresa insista na intransigência e desrespeito.

Fonte: Stim CTB Chapa 1
09/04/2015

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