segunda-feira, 1 de setembro de 2014

FORD SÃO PAULO DA UMA SEMANA DE FÁBRICA PARADA POR BAIXA PRODUÇÃO

Como tem sido noticiado com frequência pelo blog dos metalúrgicos de Camaçari, mais uma empresa adota decisões extremas por causa da baixa produtividade. A planta da Ford em São Bernardo do Campo, no interior de São Paulo, está coma fábrica parada por 5 dias para os cerca de 3 mil funcionários. Uma semana em casa por causa do volume de produção de veículos. Tudo para “adequar-se” ao mercado.

Neste ritmo, o setor automotivo tem demonstrado enfrentar uma crise, criada pelos constantes erros de gestão. E pior: penaliza o trabalhador com redução de salários e demissões para garantir o lucro.

Milhares de trabalhadores já foram demitidos em diversas empresas espalhadas pelo Brasil, principalmente nas Regiões Sul e Sudeste do país. Outras têm adotado PDV (Plano de Demissão Voluntária), suspensão do contrato de trabalho e férias coletivas para manter a lucratividade em dia. Essa situação preocupante já é uma realidade em montadoras como a Volkswagen, a Mercedes e, agora, a Ford de São Bernardo dos Campos.

Com os pátios cheios, está cada vez mais difícil manter a produção ativa. Mas, o trabalhador não pode pagar esse preço. É um absurdo que o trabalhador seja sacrificado, com a perda do emprego, por causa da necessidade de redução de custos. 

Fonte: Trabalhadores Ford ABC
01/09/2014 

sábado, 30 de agosto de 2014

Stim Camaçari intensifica ações no chão de fábrica e mobiliza trabalhadores contra terrorismo do mercado


Para garantir a unidade e enfrentar o terrorismo do mercado automobilístico em todo o país, a direção do Stim Camaçari CTB Chapa1, arregaçou as mangas e partiu para o enfrentamento contra as demições em massa que se desenhava também aqui em Camaçari.
A assembléias se multiplicaram agora em forma de bate papo com os trabalhadores, em várias áreas e em vários turnos dentro do complexo Ford, esclarecendo, tirando dúvidas e orientando sobre as ações organizativas necessárias a este momento.
As reintegrações seguem uma crescente, pois gestores de RH das várias empresas dentro e fora do Complexo, preferem o enfrentamento e na tentativa de desrespeitar a convenção coletiva de trabalho, se esbarram em uma direção atualizada e combativa impedindo os abusos.
"As conquistas estão garantidas, pois estrategicamente fechamos um excelente acordo 2013/2014, garantido e protegendo os ganhos dos trabalhadores metalúrgicos neste momento de instabilidade, fruto de especulações e jogatina dos empresários.
Agora é preciso garantir a empregabilidade dos pais de família que aqui estão."  Garante Júlio e toda a direção.





Fonte: Stim filiado a CTB
31/08/2014

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

ILUMINAÇÃO DA PISCINA EM LEDE NO CLUBE CTB CHAPA 1! RESULTADOS SE FAZ COM COMPETÊNCIA!

RESULTADOS SE FAZ COM COMPETÊNCIA! JUNTOS SOMOS FORTES UNIDOS SOMOS CTB CHAPA1!







 




FONTE: SINDICATO CTB CHAPA 1
DATA: 29/08/2014



quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ESSE SINDICATO FAZ A DIFERENÇA: COLOCAÇÃO DA GRAMA NO CAMPO, PINTURA DA QUADRA E DECORAÇÃO DA ACADEMIA

Estamos fazendo a diferença criando o melhor espaço de lazer da Bahia para o trabalhador de Camaçari Clube dos Metalúrgicos  Hoje estamos já colocando a grama no campo, aplicando gerenciamento visual, pintando a quadra e decorando academia, salão de jogos e briquetoteca. Juntos somos fortes unidos somos CTB chapa 1!







Fonte: Sindicato Filiado a CTB
28/08/2014

CIPISTA É REINTEGRADO PELA LUTA DO SINDICATO E DOS TRABALHADORES NO COMPLEXO FORD



Roberval Cipista da Maxcoat dentro do complexo Ford foi reintegrado pela organização dos trabalhadores juntos com o Sindicato chapa 1, ontem(27)o Sindicato paralisou a montagem no 1ª turno para reintegração do trabalhador. Estamos atentos principalmente no que se refere as demissões e não vamos aceitar cipista ser demitido.   

Juntos somos fortes unidos somos CTB chapa 1! 


fONTE: sTIM ctb cHAPA 1
28/08/2014

AÇÕES DE REVISÃO DO FGTS E INFORMAÇÕES JURÍDICAS.

O STIM-Camaçari filiado à CTB chapa 1, continua ajuizando as ações de Revisão do FGTS.

Todo metalúrgico sindicalizado ativo ou ex-metalúrgico sindicalizado que tenha até um ano que saiu da empresa pode comparecer ao seu Sindicato para participar dos processos. Estaremos recebendo os trabalhadores de segunda a sexta-feira das 8:30h às 16:30h, com intervalo para almoço das 12h às 13h.

Para participar das ações o trabalhador deverá levar a cópia do último contracheque para agilizar o atendimento constando assim seu vínculo associativo, as cópias do RG, CPF, Carteira de Trabalho (páginas da foto, dados e de todas as assinaturas das empresas no referido período), Comprovante de Residência atual e Extrato Analítico do FGTS de todos os anos (1999 a 2014).

O trabalhador que tiver dificuldade de tirar o extrato analítico junto à caixa econômica pode se dirigir ao seu sindicato para ser informado de como será resolvido o problema.

EMISSÃO DO EXTRATO ANALÍTICO DO FGTS

O Superior Tribunal de Justiça – STJ, recentemente aprovou a Súmula 514 afirmando que “A CEF é responsável pelo fornecimento dos extratos das contas individualizadas vinculadas ao FGTS dos trabalhadores... inclusive para fins de exibição em juízo, independentemente do período em discussão”. Com isso, a Caixa Econômica está obrigada a fornecer os extratos e não pode se recusar entregar aos trabalhadores.

TRABALHADOR NÃO SOFRE CONSEQUÊNCIAS POR ENTRAR COM AS AÇÕES

Muitos trabalhadores estão preocupados com a restrição aos créditos junto à Caixa Econômica, mas o sindicato está atento a isso e informa ao aos metalúrgicos que não podem sofrer retaliações do banco por ter ajuizado entrada com as ações.
As ações de revisão do FGTS apenas dizem respeito às diferenças de FGTS e isso não interfere em qualquer outra relação bancária, seja ela para créditos, financiamentos e uso de contas corrente ou poupança que o trabalhador tenha com a Caixa Econômica.
Caso a Caixa ouse em retaliar o trabalhador, por correr atrás do que seu direito, responde por danos morais e materiais e sofrer outras sanções judiciais.

ANDAMENTO DAS AÇÕES NA JUSTIÇA

Todos os processos estão aguardando decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que suspendeu a tramitação de todas as ações judiciais que pleiteiam a substituição da Taxa Referencial (TR) por um índice de inflação, para corrigir o saldo das contas dos trabalhadores no FGTS. A decisão foi tomada pelo ministro Benedito Gonçalves e alcança ações coletivas e individuais em todas as instâncias das Justiças estaduais e federal, inclusive juizados especiais e turmas recursais. A suspensão vale até o julgamento do recurso, pela Primeira Seção do STJ, ainda sem data prevista.


Um parecer do Ministério Público Federal dá mais um passo na briga dos trabalhadores pela substituição da Taxa Referencial (TR) pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) como fator de correção dos saldos do FGTS. Em texto elaborado a pedido do STJ, o subprocurador-geral da República, Wagner de Castro Mathias Netto, dá razão aos trabalhadores e considera que as contas do FGTS devem ser atualizadas por um índice de inflação.

Fonte: Jurídico Stim
28/08/2014 

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Paralisação da montagem na Ford pela reintegração do Cipista da Maxcoat


Cerca de mil trabalhadores do prédio da Montagem, no Complexo Ford Camaçari, na Bahia, paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira (27), após uma mobilização iniciada pelo Sindicato dos Metalúrgicos filiado á CTB Chapa 1. 

O movimento cobrou a reintegração de Roberval funcionário da Maxcoat empresa que presta serviços para a montadora Ford, demitido este mês.

Roberval  CIPISTA reintegrado
Segundo o presidente do Sindicato, os trabalhador se mobilizaram e paralisaram a produção no prédio na montagem final contra a demissão do CIPISTA. "O mesmo goza de estabilidade garantida por lei, ele não poderia ter sido demitido." Lembra o presidente do Stim Camaçari.

O trabalhador foi reintegrado logo após a manifestação dos trabalhadores. O Sindicato aproveitou o momento para da o recado: "Somos a única fábrica no Brasil que não está acontecendo demissões em massa, reduções de salários e retiradas de benefícios, como está acontecendo em São Paulo. Vamos continuar lutando, para que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados ." Afirma a direção do Stim.

“Mais uma vez, mostramos a força do chão de fábrica e obrigamos a empresa a corrigir um erro absurdo, que não passa de perseguição contra um funcionário que luta por melhores condições de trabalho na fábrica”, diz Júlio Bonfim, presidente do Sindicato. Juntos somos fortes unidos somos CTB chapa 1!

Fonte: Stim CTB chapa 1
27/08/2014

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Fim do terceiro turno na Renault Paraná e Ford Taubaté no final de setembro.

O setor automotivo do Sul e Sudeste do país mais uma vez sofre com o desemprego. A Renault, em São José dos Pinhais, no Paraná, anunciou a extinção do terceiro turno, com isso, 700 demissões e outros 600 funcionários vão ser remanejados. "Na Ford Taubaté o terceiro turno acabará no final de setembro já com 520 trabalhadores que já deixaram os postos de trabalho" Fala o Mil Monteiro funcionário da Ford  Taubaté e representante dos trabalhadores. Na Volkswagen, mais desemprego. A montadora anunciou a saída de 400 pessoas. O setor de autopeças na cidade teve a pior baixa: 1.500 demissões de uma só vez.

E mais montadoras têm adotado medidas duras contra o trabalhador. Depois de suspender o contato de 1,2 mil pessoas, que estão em lay-off, a Mercedes-Benz quer reduzir os salários e o quadro de funcionários em São Bernardo do Campo. Uma situação absurda e que mostra a falta de gestão do setor em não manter a empregabilidade e espalhar o desemprego. 

Lay-off também na Mercedes de Juiz de Fora, em Minas Gerais, e na Volkswagen, tanto no Paraná quanto em São Paulo. 

Em Taubaté, a Volkswagen anunciou o início de um período de férias coletivas para 4,5 mil funcionários da fábrica. Essa é a segunda medida de redução de pessoal tomada nos últimos três meses. No mês de maio, a empresa demitiu 96 funcionários temporários da fábrica de Taubaté.

O cenário é preocupante. As demissões estampam as páginas dos principais jornais do pais, tamanho seu impacto negativo para a economia.

O setor automotivo, como já noticiado por diversas vezes aqui no blog, tem demitido trabalhadores em massa, buscado cada vez mais reduzir os custos a qualquer preço.

Para o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, as empresas precisam ter mais responsabilidade, e buscar outras alternativas para recompor perdas, do que provocando demissões em massa. 

Com a desculpa de adequar a produção ao mercado, e demitir em massa, as montadoras prejudicam a economia, a estabilidade do pais, e, sobretudo, a classe trabalhadora, que é a principal responsável pelo crescimento do Brasil.

Fonte: Sindicato do Paraná e Mil de Taubaté
26/08/2014

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