segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Mais de 400 trabalhadores retornam a Ford após lay off. Luta do Sindicato garantiu os empregos

Esta segunda-feira (16) foi muito especial no Complexo Ford. O Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari recebeu com muito entusiasmo o retorno de mais de 400 trabalhadores ao chão de fábrica, após o fim do lay off.  A entidade recepcionou os funcionários com uma assembleia na porta da montadora., que ficou lotada.
O presidente do Sindicato, Júlio Bonfim, destacou a importância do retorno desses trabalhadores, que tiveram os empregos preservados graças à atuação da entidade na mesa de negociação com o Complexo Ford, com a implementação do lay off, que é a suspensão do contrato de trabalho.
“Essa foi a alternativa encontrada para evitar demissão em massa, como queria inicialmente a Ford, e assegurar o emprego de centenas de trabalhadores, que hoje voltam às atividades sem medo do desemprego e com os direitos garantidos”, explica Bonfim. 
Durante o período de lay off, os funcionários receberam parte do salário através do FAT (Fundo de Amparo ao Trambalhador) e passaram por cursos de qualificação profissional. 
“Hoje foi um dia de muita comemoração. Afinal, nenhuma outra base do país conseguiu manter os empregos como nós conseguimos. Ao contrário, trabalhadores de diversas categorias sofreram com desemprego em massa e corte de direitos. Por isso, aqui em Camaçari o sentimento é de vitória e superação, mesmo diante de uma grave crise econômica”, diz Bonfim. Assim como ano passado, em 2017 a luta pela empregabilidade no Complexo Ford segue sendo prioridade para a gestão da entidade. 

16/01/2017

Trabalhadores da Ford homenageiam luta e determinação do Sindicato

A luta do Sindicato dos Metalúrgicos  de Camaçari em defesa do emprego e dos direitos trabalhistas rendeu mais homenagens no chão de fábrica.  
Ex-funcionários da Flex-N-Gate, Voith, e Visteon, que hoje são trabalhadores Ford, fizeram café da manhã, com entrega de placas comemorativas, para agradecer o empenho e determinação do Sindicato na luta pela preservação dos empregos e dos direitos sociais, que asseguraram, entre outras conquistas, aumento real de salários, abono e PLR. 
O Sindicato agradeceu as homenagens que tem recebido  desde o ano passado e reforça que demonstrações de afeto como essas só mostram a confiança que os trabalhadores depositam na entidade, acreditando sempre na melhora das condições de trabalha através da união em torno das bandeiras de luta defendidas pelo Sindicato e pelo chão de fábrica. 

16/01/2017

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Nota de pesar

O Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, vem externar o mais profundo sentimento de pesar pelo falecimento do funcionário e associado desse sindicato, Lourival Virgens Souza. Morto quinta feira (6).

Deixamos com a família e amigos nossos sentimentos de solidariedade e pêsames pela sentida perda e que Jesus Cristo conforte os corações de todos.


07/01/2017

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Sindicato conquista fim do lay off e retorno do Terceiro Turno

Ao longo de todo ano, o Sindicato conseguiu negociar o retorno dos trabalhadores que entraram em lay off. Ao todo, cerca de 800 funcionários retornam às atividades após o lay off, que termina em janeiro. 
Os funcionários em lay off, que não receberam data base em julho por estarem com o contrato suspenso, ao retornarem terão direito a reajuste salarial de 10.05%, correspondente a data-base de 2016, além da cesta de Natal.
Com o fim do lay off, o Terceiro Turno será reativado em fevereiro, mais uma conquista fruto da luta incansável do Sindicato em manter os postos de trabalho e proteger as famílias dos trabalhadores do desemprego.
EXEMPLO PARA O BRASIL
O Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari nadou contra a maré da crise econômica e do desemprego. Enquanto outras montadoras pelo Brasil demitiram em massa e retiraram direitos, jogando a conta da crise nas costas dos trabalhadores, aqui em Camaçari os metalúrgicos do Complexo Ford e toda a cadeia produtiva na cidade preservaram os empregos e avançaram nas conquistas econômicas e sociais. 
Desde 2014, o setor automotivo no Brasil, incluindo montadoras como a Mercedes Benz, GM e outras, demitiu 200 mil trabalhadores. 

19/12/2016

Funcionários da Ford homenageiam Sindicato

Os trabalhadores da ex-DHL, agora Ford, prestaram este mês uma grande homenagem em reconhecimento as lutas e conquistas do Sindicato na preservação do emprego em todo Complexo Ford. Os funcionários entregaram uma placa, como símbolo do agradecimento e empenho de toda a direção da entidade.

19/12/2016

Avanços nas autopeças

No setor de autopeças, fora do Complexo Ford, as vitórias também são muito significativas. A composição da tabela salarial é exemplo disso. Feita com base em tabelas de outras plantas da Ford, foi a cada ano sendo melhorada e hoje está entre as melhores do setor no país. O valor total da PLR paga este ano é de R$ 11.150,00, aumento real no salários com fim de layoff e retorno dos trabelhadores ao chão de fabrica. Sem falar no abono no valor de R$ 3.600,00. o modelo do Complexo Ford com autopeças é o único da América Latina.

19/12/2016

Omissão da Ferrolene e da Ford coloca em risco a vida dos trabalhadores


Mais uma vez, a Ferrolene não segue padrões de segurança e coloca a vida de trabalhadores em risco. Em menos de 15 dias, os trabalhadores tomaram um grande susto com o mesmo portão de segurança do equipamento, que despencou por duas vezes após o cabo de aço romper, colocando em perigo a integridade dos trabalhadores. O mais preocupante nisso tudo foi que a Liderança de Segurança da Ford foi acionada quando ocorreu o primeiro episódio e não tomou nenhuma providencia. Como nada fez, o mesmo acidente se repetiu. O Sindicato está tomando as medidas enérgicas quanto à segurança na Ferrolene para defender a vida dos trabalhadores. Essa situação não pode continuar acontecendo.

19/12/2016

Na Volkswagen de Taubaté, metalúrgicos não terão aumento real por 6 anos


Os metalúrgicos da fábrica da Volkswagen de Taubaté, no interior de São Paulo, não terão aumento real de salários durante os próximos 6 anos, até 2022. Em contrapartida, a montadora firmou o compromisso de não demitir ninguém até lá. A fábrica conta com cerca de 4 mil funcionários. 
Com reajuste zero em 2016, os trabalhadores terão uma perda real de 8,97%, equivalente à taxa de inflação acumulada em 12 meses até agosto, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - a data-base da categoria é 1.º de setembro. Se considerar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), a perda é de 9,62%. O acordo prevê ainda Demissão Voluntária (PDV), que ainda não tem data para começar.

19/12/2016

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